Close Menu

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    Mães colaboradoras do Ases ganham dia especial de cuidado e relaxamento

    14 de maio de 2026

    CBF renova contrato de Carlo Ancelotti com a seleção brasileira

    14 de maio de 2026

    Reality Cozinhando Com Você estreia neste domingo

    14 de maio de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS
    • Mães colaboradoras do Ases ganham dia especial de cuidado e relaxamento
    • CBF renova contrato de Carlo Ancelotti com a seleção brasileira
    • Reality Cozinhando Com Você estreia neste domingo
    • Morre o médico Leonardo Miranda, pioneiro da radioterapia no Norte Fluminense
    • PRF apreende drogas e arma de fogo durante abordagem na BR-101
    • Agressão a diretora provoca manifestação e expõe falta de mediadores no CEJOPA, em Campos
    • Operação prende homem condenado por estupro de vulnerável em Campos
    • CDL Campos e Sebrae promovem evento gratuito sobre Inteligência Artificial para pequenos negócios
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Educativa FM
    OUÇA AO VIVO
    quinta-feira, maio 14
    • Página Inicial
    • Programação
      • Locutores
      • Programas
    • Podcast
    • Notícias
    • Contato
      • Anuncie
    Educativa FM
    Home»Últimas Notícias»Censo 2022: mulheres têm mais estudo, mas ganham menos que homens
    Últimas Notícias

    Censo 2022: mulheres têm mais estudo, mas ganham menos que homens

    9 de outubro de 2025Nenhum comentário3 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Censo 2022: mulheres têm mais estudo, mas ganham menos que homens
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    Apesar de serem 52% da população, elas são 43% da força de trabalho

    Geral

    9 de outubro de 2025 – 16h40

    Foto: Reprodução/Shutterstock

    As mulheres ainda são minoria no mercado de trabalho e recebem rendimentos menores do que os homens, apesar de terem mais instrução. É o que mostra o módulo sobre Trabalho e Rendimento do Censo 2022, divulgado nesta quinta-feira (09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Quando a pesquisa foi realizada, 62,9% dos homens com mais de 14 anos estavam trabalhando, enquanto entre as mulheres esta proporção era de 44,9%.

    Com isso, apesar de serem 52% da população geral, as mulheres eram apenas 43,6% da força de trabalho em 2022.

    A proporção só se inverteu em três dos dez grandes grupos de ocupação. Mulheres eram a maioria dos profissionais das ciências e intelectuais, dos trabalhadores de apoio administrativo e dos trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados. 

    Na outra ponta, menores presenças femininas foram identificadas entre os operadores de instalações e máquinas e montadores e membros das forças armadas, policiais e bombeiros militares. Já a análise por atividades, mostrou que elas são maioria absoluta nos serviços domésticos, com 93,1%, e também são mais de 70% dos trabalhadores da saúde humana e serviços sociais e da educação.

    Renda

    Os rendimentos também reforçam a desigualdade. A média masculina foi de R$ 3.115 mensais, R$ 609 a mais do que a média feminina, que ficou em R$ 2.506. A diferença aumenta conforme o grau de instrução. 

    Entre os trabalhadores com ensino superior completo, enquanto os homens ganhavam em média R$ 7.347, as mulheres recebiam cerca de 60% deste valor, ou seja, R$ 4.591. Apesar disso, as mulheres mantiveram-se mais instruídas: 28,9% das trabalhadoras tinha ensino superior completo, contra 17,3% dos trabalhadores homens.

    O IBGE também identificou diferenças nos rendimentos obtidos com o trabalho considerando a cor ou raça. A menor quantia foi declarada pelos trabalhadores indígenas, R$1.653 mensais, seguida pelas pessoas pretas, R$2.061. Na outra ponta, os trabalhadores de cor ou raça amarela recebiam R$5.942, e os brancos, R$3.659.

    De maneira geral, as pessoas pretas, pardas e indígenas apresentaram renda inferior, não somente com relação aos brancos e amarelos, mas na comparação com a média nacional, independente do grau de instrução. Mas isso se intensifica na análise apenas dos trabalhadores com ensino superior completo: indígenas recebiam menos da metade do valor pago às pessoas amarelas, R$3.799 contra R$8.411. A diferença entre pretos e brancos também é significativa: R$4.175, diante de R$6.547.

    O próprio grau de instrução também revelou grandes discrepâncias. Entre as pessoas brancas e amarelas, a proporção de pessoas com ensino superior superou a de trabalhadores sem instrução ou com ensino fundamental incompleto. Mas o inverso ocorre entre os pretos pardos e indígenas, e no ultimo caso, enquanto 34,7% dos trabalhadores não completou sequer o ciclo educacional mais básico, apenas 12,4% concluíram o ensino superior.

    Fonte: Agência Brasil

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

    Related Posts

    Mães colaboradoras do Ases ganham dia especial de cuidado e relaxamento

    14 de maio de 2026

    CBF renova contrato de Carlo Ancelotti com a seleção brasileira

    14 de maio de 2026

    Reality Cozinhando Com Você estreia neste domingo

    14 de maio de 2026

    Morre o médico Leonardo Miranda, pioneiro da radioterapia no Norte Fluminense

    14 de maio de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Em Alta

    TSE publica acórdão sobre Castro; ex-governador não teve mandato cassado

    24 de abril de 2026

    Combate à exploração sexual de crianças e adolescentes reúne entidades no Sest-Senat, em Campos

    12 de maio de 2026

    5º GBM tem mudança de comando em Campos

    6 de maio de 2026

    Marcos Brandão é preso apontado como “laranja” de Thiago Rangel

    5 de maio de 2026

    Rua: tenente coronel cardoso 349 - Centro Campos dos Goytacazes/RJ

    E-mail: educativafm@uniflu.edu.br

    Contato Comercial: (22) 99732-1075

    © 2024 - Educativa Fm - Todos os direitos reservados

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.