Durante uma caminhada pela cidade de Sydney, um músico chamado Greg Perano parou em um mercado de pulgas. O neozelandês pagou US$ 11 em uma compra que tem o potencial de ser uma das mais preciosas de sua vida.

Coincidentemente, aos 11 anos, o homem escalou uma montanha em sua cidade natal, Picton, na Nova Zelândia, na esperança de ouvir os Beatles tocarem ao vivo.

Sessenta anos depois, o achado no mercado que aparentava ser uma simples caixa de filme de oito milímetros acabou sendo uma filmagem ao vivo nunca vista dos Beatles.

Ao avistar o objeto, Greg imaginou que pudesse ser algo interessante, porque estava escrito “Beatles” na caixa em que ele estava guardado. E, de fato, em uma das 14 caixas douradas de rolo Kodak de oito mm estava um tesouro inesperado - Ringo Starr, Paul McCartney, George Harrison e John Lennon, de perto e pessoalmente no Estádio de Sydney.

Quando Greg exibiu a filmagem, ela continha clipes em close dos Beatles tocando ao vivo em 1964. “Sentei-me e disse: 'o cara está no palco. Ele está filmando no palco'”, disse Perano ao A Current Affair , um noticiário australiano, já que a filmagem foi ainda melhor do que ele poderia esperar.

Desde então, descobriu-se que as gravações foram feitas por Gil Wahlquist, um jornalista musical do Sydney Morning Herald que infelizmente faleceu em 2012. Perano obteve a aprovação da família de Wahlquist para preservar o filme, possibilitando que a valorização de seu trabalho continue viva.

Durante uma caminhada pela cidade de Sydney, um músico chamado Greg Perano parou em um mercado de pulgas. O neozelandês pagou US$ 11 em uma compra que tem o potencial de ser uma das mais preciosas de sua vida.

Coincidentemente, aos 11 anos, o homem escalou uma montanha em sua cidade natal, Picton, na Nova Zelândia, na esperança de ouvir os Beatles tocarem ao vivo.

Sessenta anos depois, o achado no mercado que aparentava ser uma simples caixa de filme de oito milímetros acabou sendo uma filmagem ao vivo nunca vista dos Beatles.

Ao avistar o objeto, Greg imaginou que pudesse ser algo interessante, porque estava escrito “Beatles” na caixa em que ele estava guardado. E, de fato, em uma das 14 caixas douradas de rolo Kodak de oito mm estava um tesouro inesperado - Ringo Starr, Paul McCartney, George Harrison e John Lennon, de perto e pessoalmente no Estádio de Sydney.

Quando Greg exibiu a filmagem, ela continha clipes em close dos Beatles tocando ao vivo em 1964. “Sentei-me e disse: `o cara está no palco. Ele está filmando no palco`”, disse Perano ao A Current Affair , um noticiário australiano, já que a filmagem foi ainda melhor do que ele poderia esperar.

Desde então, descobriu-se que as gravações foram feitas por Gil Wahlquist, um jornalista musical do Sydney Morning Herald que infelizmente faleceu em 2012. Perano obteve a aprovação da família de Wahlquist para preservar o filme, possibilitando que a valorização de seu trabalho continue viva.
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Os Rolling Stones podem estar prestes a fazer um retorno triunfal ao Rio de Janeiro! 

Segundo rumores, a lendária banda britânica está em negociações para se apresentar na Praia de Copacabana em 2025, com o objetivo de recuperar o recorde de público que foi superado por Madonna em maio deste ano.

Uma semana antes do Carnaval de 2006, Sir Mick Jagger e companhia veio ao Rio de Janeiro e se apresentaram para 1,5 milhão de pessoas em sua turnê 'A Bigger Bang' em 2006. 

Daniel Grinbank, que organizou o show há 19 anos, entrou em contato com os roqueiros do 'Paint it Black' para ver se eles estariam interessados em tocar na América do Sul novamente. E não deixaram de mencionar a praia de Copacabana como uma opção.

Vale lembrar que Sir Rod Stewart detém o recorde de maior público, com um show para incríveis 4,2 milhões de pessoas na véspera de Ano Novo em 1994. 

O dono do sucesso "Do Ya Think I’m Sexy?" fez milhões de pessoas dançarem pelas areias de Copacabana, com a maravilhosa vista para o mar de pano de fundo. O astro britânico solidificou sua imagem perante os fãs brasileiros, criando um momento emblemático em sua carreira. 

Curiosamente, dos dez maiores shows da história, quatro foram na Praia de Copacabana.

Os Rolling Stones podem estar prestes a fazer um retorno triunfal ao Rio de Janeiro!

Segundo rumores, a lendária banda britânica está em negociações para se apresentar na Praia de Copacabana em 2025, com o objetivo de recuperar o recorde de público que foi superado por Madonna em maio deste ano.

Uma semana antes do Carnaval de 2006, Sir Mick Jagger e companhia veio ao Rio de Janeiro e se apresentaram para 1,5 milhão de pessoas em sua turnê `A Bigger Bang` em 2006.

Daniel Grinbank, que organizou o show há 19 anos, entrou em contato com os roqueiros do `Paint it Black` para ver se eles estariam interessados em tocar na América do Sul novamente. E não deixaram de mencionar a praia de Copacabana como uma opção.

Vale lembrar que Sir Rod Stewart detém o recorde de maior público, com um show para incríveis 4,2 milhões de pessoas na véspera de Ano Novo em 1994.

O dono do sucesso "Do Ya Think I’m Sexy?" fez milhões de pessoas dançarem pelas areias de Copacabana, com a maravilhosa vista para o mar de pano de fundo. O astro britânico solidificou sua imagem perante os fãs brasileiros, criando um momento emblemático em sua carreira.

Curiosamente, dos dez maiores shows da história, quatro foram na Praia de Copacabana.
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Aos 82 anos, Gilberto Gil anunciou que vai se aposentar dos palcos. 

O cantor revelou que pretende continuar na carreira musical, mas não fará mais shows após uma turnê de despedida em 2025, conforme informações do Estadão. Suas últimas apresentações devem acontecer no Brasil, além dos Estados Unidos e Europa. Mais informações ainda não foram divulgadas.

Seu último álbum de músicas inéditas foi lançado em 2018. Intitulado "Ok, ok, ok", a produção conta com colaborações de João Donato, Roberta Sá e Yamandu Costa.

Neste ano, o baiano ainda estará presente no próximo álbum do funkeiro MC Hariel, conforme revelado pela Billboard Brasil.

Aos 82 anos, Gilberto Gil anunciou que vai se aposentar dos palcos.

O cantor revelou que pretende continuar na carreira musical, mas não fará mais shows após uma turnê de despedida em 2025, conforme informações do Estadão. Suas últimas apresentações devem acontecer no Brasil, além dos Estados Unidos e Europa. Mais informações ainda não foram divulgadas.

Seu último álbum de músicas inéditas foi lançado em 2018. Intitulado "Ok, ok, ok", a produção conta com colaborações de João Donato, Roberta Sá e Yamandu Costa.

Neste ano, o baiano ainda estará presente no próximo álbum do funkeiro MC Hariel, conforme revelado pela Billboard Brasil.
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O mundo da música presenciou mais um marco histórico: Queen fechou um acordo com a Sony Music para a venda de seus direitos musicais por um valor colossal de US$ 1,27 bilhão, equivalente a cerca de R$ 6,8 bilhões na cotação atual do dólar. 

Essa transação coloca a banda inglesa no topo da lista de catálogos musicais mais caros já vendidos, superando nomes como Bruce Springsteen (US$ 500 milhões), Bob Dylan (US$ 400 milhões) e Michael Jackson (US$ 600 milhões).

A negociação entre a Sony Music e o Queen se estendeu por meses, com a gravadora disputando acirradamente os direitos da banda lendária. Outras empresas também demonstraram interesse na aquisição, mas a oferta da Sony, impulsionada pelo potencial comercial do legado musical do Queen, se mostrou imbatível.

A venda de catálogos musicais se tornou uma prática cada vez mais comum na indústria fonográfica, mas também gera debates acalorados. A principal crítica se concentra na perda de controle artístico dos artistas sobre suas obras e na concentração de poder nas mãos das grandes gravadoras.

Um dos casos mais conhecidos e emblemáticos da história da música foi a compra do catálogo dos Beatles por Michael Jackson. Em 1982, o espólio musical da banda foi colocado à venda, e Jackson fez uma oferta de US$ 46 milhões, fechando o acordo em 1985 por US$ 47,5 milhões.

Este negócio marcou o fim da amizade e da parceria musical entre o rei do pop e Paul McCartney. Em 2017, oito anos após a morte de Jackson, McCartney fez um acordo com a Sony para recuperar os direitos de sua obra, embora os detalhes do acordo não tenham sido divulgados.

A venda do catálogo musical do Queen para a Sony Music por um valor astronômico marca um novo capítulo na história da banda e da indústria fonográfica como um todo. A transação levanta questões importantes sobre o valor comercial da música, o controle artístico dos artistas e o futuro da indústria musical.

O mundo da música presenciou mais um marco histórico: Queen fechou um acordo com a Sony Music para a venda de seus direitos musicais por um valor colossal de US$ 1,27 bilhão, equivalente a cerca de R$ 6,8 bilhões na cotação atual do dólar.

Essa transação coloca a banda inglesa no topo da lista de catálogos musicais mais caros já vendidos, superando nomes como Bruce Springsteen (US$ 500 milhões), Bob Dylan (US$ 400 milhões) e Michael Jackson (US$ 600 milhões).

A negociação entre a Sony Music e o Queen se estendeu por meses, com a gravadora disputando acirradamente os direitos da banda lendária. Outras empresas também demonstraram interesse na aquisição, mas a oferta da Sony, impulsionada pelo potencial comercial do legado musical do Queen, se mostrou imbatível.

A venda de catálogos musicais se tornou uma prática cada vez mais comum na indústria fonográfica, mas também gera debates acalorados. A principal crítica se concentra na perda de controle artístico dos artistas sobre suas obras e na concentração de poder nas mãos das grandes gravadoras.

Um dos casos mais conhecidos e emblemáticos da história da música foi a compra do catálogo dos Beatles por Michael Jackson. Em 1982, o espólio musical da banda foi colocado à venda, e Jackson fez uma oferta de US$ 46 milhões, fechando o acordo em 1985 por US$ 47,5 milhões.

Este negócio marcou o fim da amizade e da parceria musical entre o rei do pop e Paul McCartney. Em 2017, oito anos após a morte de Jackson, McCartney fez um acordo com a Sony para recuperar os direitos de sua obra, embora os detalhes do acordo não tenham sido divulgados.

A venda do catálogo musical do Queen para a Sony Music por um valor astronômico marca um novo capítulo na história da banda e da indústria fonográfica como um todo. A transação levanta questões importantes sobre o valor comercial da música, o controle artístico dos artistas e o futuro da indústria musical.
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As três maiores gravadoras do mundo, Sony, Universal e Warner estão colocando uma nova pauta em jogo no cenário musical. Elas estão entrando com um processo judicial contra as startups de Inteligência Artificial (IA) Suno e Udio nos EUA.

As gigantes da indústria acusaram as empresas de uma violação em massa de direitos autorais, alegando que elas copiaram ilegalmente gravações musicais protegidas para treinar seus sistemas de criação de músicas.

Os processos são liderados pela Recording Industry Association of America (RIAA) e foram protocolados apenas quatro dias após a Billboard noticiar que as gravadoras estavam seriamente considerando ações legais contra as duas startups.

As gravadoras buscam uma liminar para impedir que as empresas continuem a treinar com músicas protegidas por direitos autorais. Elas também exigem pagamentos por danos e lucros cessantes, alegando que a ação das startups prejudicou seus negócios e desvalorizou o trabalho dos artistas.

Suno e Udio rapidamente se tornaram dois dos jogadores mais avançados e importantes no emergente campo da música por IA. Enquanto muitos concorrentes apenas criam instrumentais, letras ou vocais, as empresas processadas podem gerar todos os três com precisão impressionante.

Udio já produziu o que pode ser considerada a primeira música de sucesso gerada por IA, a faixa "BBL Drizzy", gerada na plataforma pelo comediante King Willonius e popularizada por um remix de Metro Boomin. 

A Suno também alcançou sucesso inicial desde seu lançamento em dezembro de 2023, levantando US$ 125 milhões em investimentos de empresas como Lightspeed Venture Partners, Matrix, Nat Friedman e Daniel Gross. 

Ambas as empresas se recusaram a comentar se os direitos autorais não licenciados fazem parte de seus conjuntos de dados.

As três maiores gravadoras do mundo, Sony, Universal e Warner estão colocando uma nova pauta em jogo no cenário musical. Elas estão entrando com um processo judicial contra as startups de Inteligência Artificial (IA) Suno e Udio nos EUA.

As gigantes da indústria acusaram as empresas de uma violação em massa de direitos autorais, alegando que elas copiaram ilegalmente gravações musicais protegidas para treinar seus sistemas de criação de músicas.

Os processos são liderados pela Recording Industry Association of America (RIAA) e foram protocolados apenas quatro dias após a Billboard noticiar que as gravadoras estavam seriamente considerando ações legais contra as duas startups.

As gravadoras buscam uma liminar para impedir que as empresas continuem a treinar com músicas protegidas por direitos autorais. Elas também exigem pagamentos por danos e lucros cessantes, alegando que a ação das startups prejudicou seus negócios e desvalorizou o trabalho dos artistas.

Suno e Udio rapidamente se tornaram dois dos jogadores mais avançados e importantes no emergente campo da música por IA. Enquanto muitos concorrentes apenas criam instrumentais, letras ou vocais, as empresas processadas podem gerar todos os três com precisão impressionante.

Udio já produziu o que pode ser considerada a primeira música de sucesso gerada por IA, a faixa "BBL Drizzy", gerada na plataforma pelo comediante King Willonius e popularizada por um remix de Metro Boomin.

A Suno também alcançou sucesso inicial desde seu lançamento em dezembro de 2023, levantando US$ 125 milhões em investimentos de empresas como Lightspeed Venture Partners, Matrix, Nat Friedman e Daniel Gross.

Ambas as empresas se recusaram a comentar se os direitos autorais não licenciados fazem parte de seus conjuntos de dados.
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A banda de hard rock, Scorpions, vai ganhar uma cinebiografia! O título do longa-metragem é “Wind of Change”, fazendo referência a uma das músicas de maior sucesso do grupo.

A ideia da produção é contar a trajetória dos integrantes, desde o momento de formação do projeto até a ascensão ao estrelato. Além disso, a direção fica a cargo de Alex Ranarivelo, que já trabalhou no filme “American Wrestler: The Wizard”. Este longa revisitou algumas experiências pessoais do produtor Ali Afshar, que também fará parte de “Wind of Change”.

Em suma, o filme será gravado ainda neste ano, mas ainda não temos informações sobre elenco. Contudo, a estreia nas telonas acontece em breve, já que está marcada para 2025.

A banda de hard rock, Scorpions, vai ganhar uma cinebiografia! O título do longa-metragem é “Wind of Change”, fazendo referência a uma das músicas de maior sucesso do grupo.

A ideia da produção é contar a trajetória dos integrantes, desde o momento de formação do projeto até a ascensão ao estrelato. Além disso, a direção fica a cargo de Alex Ranarivelo, que já trabalhou no filme “American Wrestler: The Wizard”. Este longa revisitou algumas experiências pessoais do produtor Ali Afshar, que também fará parte de “Wind of Change”.

Em suma, o filme será gravado ainda neste ano, mas ainda não temos informações sobre elenco. Contudo, a estreia nas telonas acontece em breve, já que está marcada para 2025.
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Em 1965, a pedido do dramaturgo Roberto Freire (1927 – 2008), então diretor artístico do grupo amador do Teatro da Universidade Católica de São Paulo (TUCA), Chico Buarque musicou o poema Morte e vida severina (1955), obra-prima de João Cabral de Melo Neto (1920 – 1999).

Compositor iniciante, Chico até relutou, mas acabou aceitando o convite de Freire e fez a música usada na encenação da peça inspirada pelo poema de João Cabral.

Começou ali, naquele ano de 1965, a intensa relação de Chico Buarque com o teatro brasileiro, com o compositor criando trilhas sonoras magistrais para espetáculos de teatro e dança como Roda viva (1968), Calabar (1973), Gota d’água (1975), Ópera do malandro (1978), O grande circo místico (1983), O corsário do rei (1985) e A dança da meia-lua (1988).

Essa jornada ganha mais um capítulo a partir de 29 de agosto, data prevista para a estreia do inédito musical de teatro Nossa história com Chico Buarque.

No espetáculo, que chegará à cena no Teatro Riachuelo, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), os dramaturgos Rafael Gomes e Vinicius Calderoni apresentam trama em que o cancioneiro do compositor carioca é entrelaçado e se funde com a história do Brasil.

Na narrativa, três gerações de personagens se cruzam em ação que vai de 1968 a 2022. Rafael Gomes assina a direção do musical, cujo elenco inclui os atores Artur Volpi, Barbara Sut, Felipe Frazão, Flávio Bauraqui, Heloísa Jorge, Kelzy Ecard, Laila Garin, Luisa Vianna e Odilon Esteves.

O espetáculo Nossa história com Chico Buarque foi idealizado para celebrar os 80 anos do artista, festejados no último dia 19 de junho de 2024.

Em 1965, a pedido do dramaturgo Roberto Freire (1927 – 2008), então diretor artístico do grupo amador do Teatro da Universidade Católica de São Paulo (TUCA), Chico Buarque musicou o poema Morte e vida severina (1955), obra-prima de João Cabral de Melo Neto (1920 – 1999).

Compositor iniciante, Chico até relutou, mas acabou aceitando o convite de Freire e fez a música usada na encenação da peça inspirada pelo poema de João Cabral.

Começou ali, naquele ano de 1965, a intensa relação de Chico Buarque com o teatro brasileiro, com o compositor criando trilhas sonoras magistrais para espetáculos de teatro e dança como Roda viva (1968), Calabar (1973), Gota d’água (1975), Ópera do malandro (1978), O grande circo místico (1983), O corsário do rei (1985) e A dança da meia-lua (1988).

Essa jornada ganha mais um capítulo a partir de 29 de agosto, data prevista para a estreia do inédito musical de teatro Nossa história com Chico Buarque.

No espetáculo, que chegará à cena no Teatro Riachuelo, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), os dramaturgos Rafael Gomes e Vinicius Calderoni apresentam trama em que o cancioneiro do compositor carioca é entrelaçado e se funde com a história do Brasil.

Na narrativa, três gerações de personagens se cruzam em ação que vai de 1968 a 2022. Rafael Gomes assina a direção do musical, cujo elenco inclui os atores Artur Volpi, Barbara Sut, Felipe Frazão, Flávio Bauraqui, Heloísa Jorge, Kelzy Ecard, Laila Garin, Luisa Vianna e Odilon Esteves.

O espetáculo Nossa história com Chico Buarque foi idealizado para celebrar os 80 anos do artista, festejados no último dia 19 de junho de 2024.
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Quando o álbum Clube da Esquina saiu, em 1972, com sua capa prosaica que mostra dois garotos sentados à beira de uma estrada, a crítica torceu o nariz. 

Para além do número absurdo de canções, 21 no total a curiosa mistura de Beatles com bossa nova, pitadas de jazz, rock progressivo e ritmos latinos e africanos soava desconexa demais para os ouvidos brasileiros da época.

Com o passar dos anos, contudo, a impressão que se tinha daquelas composições mudou radicalmente. E como: a obra hoje é cultuada aqui e no exterior e, em 2022, foi eleita por críticos e jornalistas como melhor álbum brasileiro de todos os tempos. 

A diretora Ana Rieper reconta essa jornada no documentário Nada Será como Antes — A Música do Clube da Esquina, em cartaz nos cinemas. 

Diferentemente de outros inúmeros documentários e livros já lançados sobre o álbum, Rieper faz um resgate afetivo dos músicos que participaram da gravação, reunindo-os em Belo Horizonte para um bate-­papo regado a cafezinho, bolo de fubá e pãezinhos de queijo. 

Aos 81 anos, Milton Nascimento é a grande ausência do filme, contornada por Rieper com entrevistas antigas do cantor. “Quando íamos gravar o relato dele, a pandemia inviabilizou”, justifica a diretora, que iniciou a produção em 2015. 

O Clube da Esquina acabou se revelando inovador não só por sua vibrante alquimia: foi pioneiro naquele formato meio solto e improvisado de banda que hoje se chama de “coletivo”.

Quando o álbum Clube da Esquina saiu, em 1972, com sua capa prosaica que mostra dois garotos sentados à beira de uma estrada, a crítica torceu o nariz.

Para além do número absurdo de canções, 21 no total a curiosa mistura de Beatles com bossa nova, pitadas de jazz, rock progressivo e ritmos latinos e africanos soava desconexa demais para os ouvidos brasileiros da época.

Com o passar dos anos, contudo, a impressão que se tinha daquelas composições mudou radicalmente. E como: a obra hoje é cultuada aqui e no exterior e, em 2022, foi eleita por críticos e jornalistas como melhor álbum brasileiro de todos os tempos.

A diretora Ana Rieper reconta essa jornada no documentário Nada Será como Antes — A Música do Clube da Esquina, em cartaz nos cinemas.

Diferentemente de outros inúmeros documentários e livros já lançados sobre o álbum, Rieper faz um resgate afetivo dos músicos que participaram da gravação, reunindo-os em Belo Horizonte para um bate-­papo regado a cafezinho, bolo de fubá e pãezinhos de queijo.

Aos 81 anos, Milton Nascimento é a grande ausência do filme, contornada por Rieper com entrevistas antigas do cantor. “Quando íamos gravar o relato dele, a pandemia inviabilizou”, justifica a diretora, que iniciou a produção em 2015.

O Clube da Esquina acabou se revelando inovador não só por sua vibrante alquimia: foi pioneiro naquele formato meio solto e improvisado de banda que hoje se chama de “coletivo”.
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Hoje é dia de interação e temos um novo desafio. Consegue nos contar qual sua banda favorita sem dizer o nome dela? Descreva nos comentários e deixe nossos ouvintes adivinharem. Valendo! 🤩📲

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