Laboratório promove em Campos atualização médica com especialistas e reforça atuação pioneira na implementação do MDW na rotina laboratorial

O Laboratório Bedalab promoveu, na quinta-feira (25), em Campos dos Goytacazes, um encontro científico voltado à atualização médica sobre o uso do biomarcador MDW (Monocyte Distribution Width) no reconhecimento precoce da sepse. A iniciativa faz parte do projeto BedaLab Encontros Exclusivos e reuniu profissionais de diferentes especialidades para discutir avanços no diagnóstico e tratamento da condição.
A programação contou com palestras da farmacêutica-bioquímica e microbiologista Ana Paula Neves; da médica infectologista Andreya Moreira; e do cardiologista e intensivista Pedro Conte. Os especialistas apresentaram estudos e evidências científicas recentes sobre a utilização do MDW como marcador precoce da resposta inflamatória sistêmica.
O biomarcador auxilia as equipes médicas na identificação de pacientes com risco de evolução para sepse nas primeiras horas de atendimento, permitindo maior agilidade na tomada de decisão e no início do tratamento adequado.
O Bedalab destaca-se como pioneiro na América Latina na implementação do MDW em sua rotina laboratorial, reforçando sua atuação na medicina diagnóstica e no desenvolvimento de soluções voltadas à segurança do paciente.
“Os estudos apresentados demonstram a importância do MDW como uma ferramenta complementar para auxiliar na identificação precoce da sepse. Quanto mais rápido conseguimos reconhecer sinais de alerta, maiores são as possibilidades de intervenção e melhores podem ser os resultados para o paciente”, destacou Ana Paula Neves.
Segundo a especialista, iniciativas como o encontro fortalecem a integração entre conhecimento científico, tecnologia e assistência médica. “O evento reafirma o compromisso do Hospital Dr. Beda com a educação continuada, a inovação tecnológica e a assistência baseada em evidências, fortalecendo a cultura do diagnóstico precoce e do tratamento oportuno da sepse, condição em que cada minuto é determinante para a sobrevida do paciente”, afirmou.
A sepse é uma resposta extrema do organismo a uma infecção e pode evoluir rapidamente para quadros graves. Por isso, o diagnóstico em tempo adequado é considerado um dos principais fatores para aumentar as chances de recuperação dos pacientes.
Para a diretora administrativa do Grupo IMNE, Martha Henriques, o encontro com os profissionais ofereceu um modo aconchegante de reunir grandes profissionais. “Considero ter sido uma noite de conhecimento e inovação tecnológica, e isto faz parte da história da instituição há mais de 50 anos em Campos e região”, finaliza.
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