quinta-feira, abril 2

Pré-sal lidera avanço e responde por mais de 80% do total, com protagonismo da Petrobras nas operações nacionais

Ilustração / Arquivo

A produção brasileira de petróleo e gás natural atingiu, em fevereiro de 2026, o maior patamar já registrado, de acordo com dados divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). No período, o volume total chegou a 5,304 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d), superando o recorde anterior, alcançado em outubro de 2025.

Somente a produção de petróleo somou 4,061 milhões de barris diários, com crescimento de 2,7% em relação a janeiro e avanço de 16,4% na comparação anual. Já o gás natural registrou média de 197,63 milhões de metros cúbicos por dia, alta de 2,3% frente ao mês anterior e de 24,5% em relação a fevereiro do ano passado.

A atividade ocorreu em 6.079 poços em operação no país, sendo a maior parte em terra. Ainda assim, os campos marítimos concentraram a maior fatia da produção, respondendo por 98% do petróleo e 87,8% do gás natural extraídos.

A Petrobras manteve protagonismo no setor, com participação de 89,46% na produção total, seja atuando de forma isolada ou em consórcios.

O pré-sal seguiu como principal fronteira produtiva, responsável por 80,2% do total nacional, o equivalente a 4,243 milhões de boe/d. Houve crescimento de 2,3% na comparação mensal e de 20,1% em relação ao mesmo período de 2025.

Entre os campos, o destaque ficou para o Campo de Tupi, líder na produção tanto de petróleo quanto de gás natural. Já entre as unidades de produção, o maior volume de petróleo foi registrado no FPSO Almirante Tamandaré, no Campo de Búzios, enquanto o maior desempenho em gás natural ocorreu no FPSO Marechal Duque de Caxias, no Campo de Mero.

Fonte: Agência Brasil

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