quinta-feira, março 26

Média-metragem é dirigido por Pedro Nicholas Paes e que mergulha no processo criativo de dez artistas campistas

Geral

25 de março de 2026 – 22h32

O auditório Miguel Ramalho, no IFF Centro, foi marcado na noite desta quarta-feira (25), pela valorização de artistas campistas, com o lançamento do documentário “Sobre a Vivência”. O média-metragem é dirigido por Pedro Nicholas Paes. Aos 26 anos, ele assina seu primeiro trabalho como diretor e roteirista em um projeto audiovisual mais elaborado, apresentando um filme que mergulha no processo criativo de dez artistas da maior cidade do Norte Fluminense.

Foto: Josh

“Espero muito que o público curta essa ideia, de mostrar um outro lado do que a gente faz aqui na cidade, que é a arte em várias formas. A gente quer propor essa discussão a quem assiste, promover a reflexão sobre as várias faces possíveis da arte”, comentou Pedro Paes. Componente da produção do filme, Giulia Who destacou a valorização dos artistas locais que a iniciativa propõe:

O média-metragem propõe um desafio comum aos participantes: reinterpretar um mesmo personagem a partir de suas próprias vivências, estilos e trajetórias. Com mais de 70 trabalhos realizados no audiovisual, como diretor de curtas-metragens e videoclipes musicais, o filmmaker e artista visual Eduardo Hipólito é o diretor de fotografia do projeto. Em entrevista ao J3News, ele falou sobre a significado de participar da iniciativa:

Equipe de produção e direção do filme – Foto: Josh

No centro da narrativa está o mascote do projeto, personagem-base concebido pela produção e ilustrado pelo artista Dhawy Taylor. Ele funciona como fio condutor do documentário e inspira as diferentes interpretações apresentadas pelos artistas.

Dhawy Taylor também celebrou ver o projeto virando realidade. “Participar desse projeto foi uma oportunidade incrível. Não me canso de falar do quão absurdo é ver isso acontecendo. Porque em tempos de inteligência artificial, a gente ter um projeto dedicado a todo o processo artístico de tantos valores locais, é surreal”, comentou.

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