Integração entre cinco municípios fortalece governança e amplia articulação para o desenvolvimento do setor

A Instância de Governança Regional (IGR) Costa Doce avançou em seu processo de reestruturação com eleição, na última quarta-feira (9), da nova composição responsável pela articulação turística entre Campos, São João da Barra, São Francisco de Itabapoana, Cardoso Moreira e São Fidélis .
Toda a nova composição reúne os secretários de Turismo de cinco municípios para a reestruturação da IGR. Campos assumiu a presidência, enquanto Cardoso Moreira ficou com a vice-presidência. São Fidélis será responsável pela secretaria, e São João da Barra e São Francisco de Itabapoana integram o Conselho Executivo.
Fernanda Campos, secretária de Turismo de Campos e presidente do IGR, destacou o avanço da reestruturação. “A IGR Costa Doce deu um passo muito importante em direção à formalização da sua existência, buscando conformidade com o que preconizam as portarias estabelecidas pelo Ministério do Turismo”, afirmou. Segundo Fernanda, os próximos passos incluem a revisão documental, elaboração do Plano de Trabalho e inserção da IGR no Sismapa, plataforma federal que mapeia ações de turismo no país. “Saímos desse encontro fortalecidos enquanto região que possui um imenso potencial a ser vivido e explorado em múltiplos cenários”, completa.
A retomada da instância busca fortalecer a atuação conjunta dos cinco municípios, com uma agenda regional voltada à promoção dos destinos, à estruturação de produtos turísticos e à ampliação da representatividade da Costa Doce.
Integração regional
A reunião para a definição da representação da IGR teve a participação, além dos representantes das secretarias municipais de Turismo, do presidente do Costa Doce Convention & Visitors Bureau, Ricardo Menezes.
“A IGR existe desde 2019, mas nunca teve atuação ou relevância. Agora formalizada e atuante, trará novos horizontes para o turismo regional”, afirma Ricardo.
Ainda segundo Menezes, além da possibilidade de captação de recursos, um dos principais desafios é transformar os atrativos da região em produtos capazes de alcançar públicos de fora dos municípios.
“O mais importante é transformar nossos atrativos e equipamentos turísticos em produtos a serem vendidos além do território, além da construção do turismo receptivo. Todos ganham: poder público, iniciativa privada e população, com desenvolvimento e geração de renda”, destaca.
