Close Menu

    Subscribe to Updates

    Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

    What's Hot

    Homem é morto e dois ficam feridos em ataque a tiros em posto de combustíveis em São Fidélis

    21 de fevereiro de 2026

    Corpo em avançado estado de decomposição é encontrado em valão na zona rural de Campos

    21 de fevereiro de 2026

    Fim de semana em SJB tem programação pós-Carnaval

    21 de fevereiro de 2026
    Facebook X (Twitter) Instagram
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS
    • Homem é morto e dois ficam feridos em ataque a tiros em posto de combustíveis em São Fidélis
    • Corpo em avançado estado de decomposição é encontrado em valão na zona rural de Campos
    • Fim de semana em SJB tem programação pós-Carnaval
    • Prefeitura de SJB inicia licitação de estudos para conter avanço do mar em Atafona e no Açu
    • Fim de Semana da Ressaca promete manter o clima de Carnaval no Farol e em Lagoa de Cima
    • Inauguração de ampliação de creche da Vila dos Pescadores acontece neste sábado
    • Talento campista desponta no jiu-jitsu aos 11 anos
    • Fim do atendimento 24h na UPH de Santo Eduardo mobiliza comunidade
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Educativa FM
    OUÇA AO VIVO
    sábado, fevereiro 21
    • Página Inicial
    • Programação
      • Locutores
      • Programas
    • Podcast
    • Notícias
    • Contato
      • Anuncie
    Educativa FM
    Home»J3 News»Não é tão difícil assim
    J3 News

    Não é tão difícil assim

    7 de fevereiro de 2024Nenhum comentário5 Mins Read
    Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Não é tão difícil assim
    Share
    Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

    A desigualdade social é uma vergonha para o Brasil

    De acordo com a ONU, o mundo é ocupado por 193 países. O Brasil, após ultrapassar o Canadá, ocupa a 9ª (nona) maior economia do planeta. EUA, China e Alemanha são os mais ricos.

    Indo por esse viés, nos deparamos com um contraste para o qual não temos resposta: a desigualdade social, a revelar uma deformidade gigantesca que a todos envergonha.

    Tivemos nas últimas décadas uma redução? Sim, tivemos. Mas no conta gotas. Ínfima e desproporcional ao desenvolvimento do país neste mesmo período, e que só aparece mesmo naqueles gráficos de números miudinhos.

    Sem rodeios

    Direto ao ponto: quem viveu a adolescência/juventude nos anos 60/70 – um pouco antes, um pouco depois – viu, com normalidade, o seguinte quadro: na cozinha, uma senhora com a barriga no fogão e outra arrumando a casa. Ambas chamadas de “empregadas domésticas”. De fato, a denominação não trazia qualquer ranço discriminatório. A definição não tinha o propósito de menosprezar quem quer que fosse. Ouso até dizer que o termo “secretária” soava e ainda soa – em menor proporção – mais estranho, acabando por divulgar, subliminarmente, o racismo camuflado que todos desejamos combater.

    Comiam depois dos donos da casa e – dói dizer – o que sobrava. No tanque, a lavadeira ia 2 ou 3 vezes ‘na casa’ para lavar e passar a roupa dos patrões. Eram, em sua maioria, negras, que moravam nas distantes periferias.

    Penúria

    Muitas em casinhas sem reboco, com uma TV 14’, PB e usada. Geralmente presente que recebiam de muito bom grado. Mas, pouco viam. Chegavam 20/21hs, davam uma arrumadinha na casa, preparavam o “jantar” do marido e filhos e às 5 já estavam de pé para pegar um ou dois ônibus. Geladeira… já era mais difícil: “puxavam” muita energia. Seus filhos, quando estudavam, era em grupos escolares, porque também estes pegavam cedo no batente para ajudar nas despesas da casa.

    Ressalvo – de novo, para deixar bem claro – não era assim em todas as residências, posto que muitas famílias estavam, digamos, à frente de seu tempo. E aquela maneira de convivência não se dava por ‘ruindade’. Era, apenas, o ‘antigo normal’.

    As domésticas que ‘dormiam no emprego’ preferiam sentar no chão para assistir a novela. Mesmo que lhe apontassem o sofá, tinham certo acanhamento. Ficavam com vergonha. Dormiam no ‘quartinho dos fundos’ e, vez por outra, ganhavam uma roupa usada da patroa ou do patrão. E ficavam contentes.

    Desdobramentos

    Primeiro, chamo a atenção do leitor para o fato de que até aqui me ative ao ambiente doméstico, sem cogitar do mecânico, do bombeiro, do eletricista, do lanterneiro, do pintor, do soldador, do vigia e demais atividades operárias que cumpriam suas funções nas usinas, nas fábricas, nas propriedades rurais e muitas outras.

    Segundo, não estou falando de “ricos” – consideração subjetiva que varia segundo o entender de cada um. Porque, neste caso, estaríamos a falar de mansões com 08/10 empregados, de mordomos, motorista particular (costumava-se chamar “chauffeur”, visto que o francês emprestava maior pompa),  jardineiros, piscineiro e por aí ia.  

    Igualdade e Estado Democrático

    Há que se observar que não faz nem 80 anos (o que em história é minúsculo) que a era Vargas proclamou um dos primeiros instrumentos de inclusão social, no Decreto-Lei 5.452, de maio de 1943.

    Dez anos antes, também coube a Getúlio (Constituição de 1934) proclamar a igualdade entre os sexos, determinando o fim dos privilégios ou distinções por motivo de nascimento, sexo, raça, classe social, riqueza, crenças religiosas ou ideais políticos, etc.

    Não por acaso Vargas é considerado o maior nome da história política brasileira.

    Depois vieram outras regulamentações. A de 1988, de notável relevância, particularmente por consagrar o Estado Democrático de Direito e igualar homens e mulheres de forma expressa, confirmando preceito histórico de que todos são iguais perante a Lei.

    Concluindo

    Para não avançar ainda mais no tema, em 80 anos o Brasil fez muito pouco para combater a desigualdade no país. Simples: a inclusão social só virá quando a população tiver poder aquisitivo e, para tanto, precisa de Educação de base. Isso, naturalmente, falando em rápidas pinceladas.

    O Brasil precisa abandonar o discurso de “três refeições por dia”, o qual, todos somos a favor, mas já vimos esse filme e a promessa acaba ficando no palanque. É imperativo vencer o fantasma da desigualdade que não combina com um país de riquezas naturais espetaculares e 9ª economia do mundo.

    Em tempos não tão distantes, o petista Aloizio Mercante foi um dos que mais levaram a sério a luta pela igualdade social. De nada adianta a hipocrisia do “secretária”, quando, na prática, o estigma de empregada doméstica prevalece em se tratando de saúde, educação, moradia, infraestrutura, transporte e demais conjunturas sociais.

    De 2002 para cá o Partido dos Trabalhadores venceu nada menos que 5 eleições presidenciais. E…..?

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email

    Related Posts

    Morre Léo Batista, ícone do jornalismo e da TV brasileira

    19 de janeiro de 2025

    Estudantes começam a receber primeira parcela do Programa Pé-de-Meia nesta terça-feira

    25 de março de 2024

    Interdição de ruas por alagamentos em SJB altera itinerários do transporte municipal em Grussaí

    25 de março de 2024

    Comércio campista está autorizado a funcionar na Sexta-feira da Paixão

    25 de março de 2024
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Em Alta

    Moradores levam dezenas de corpos para praça na Penha após operação mais letal do Rio

    29 de outubro de 2025

    Receita Federal nega novo imposto para todos os aluguéis por temporada a partir de 2026

    29 de janeiro de 2026

    Morre motociclista envolvido em acidente entre carro e moto na Baixada Campista

    9 de janeiro de 2026

    Carnaval 2026: Acadêmicos de Niterói, que teve Lula como enredo, é rebaixada

    18 de fevereiro de 2026

    Rua: tenente coronel cardoso 349 - Centro Campos dos Goytacazes/RJ

    E-mail: educativafm@uniflu.edu.br

    Contato Comercial: (22) 99732-1075

    © 2024 - Educativa Fm - Todos os direitos reservados

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.