O nome dela aparece entre os cotados em Campos dos Goytacazes para disputar as eleições de outubro

A reportagem especial do J3News desta semana “Tabuleiro político campista ainda em busca de definição” (leia aqui) aborda supostas candidaturas para deputado federal em outubro deste ano. O nome da delegada Madeleine Dykeman (União Brasil) aparece entre os cotados em Campos dos Goytacazes, além de Wladimir Garotinho (PP), Anthony Garotinho (Republicanos), Caio Vianna (PSD) e também do presidente da Alerj que se encontra afastado, Rodrigo Bacellar (União).
Até o momento, Madeleine é a única que confirma que pretende concorrer ao pleito de 2026. Recentemente, ela anunciou que decidiu deixar o grupo político de Rodrigo Bacellar, importante apoiador de sua candidatura à Prefeitura de Campos dos Goytacazes em 2024, quando obteve mais de 67 mil votos. Foi a segunda mais votada, perdendo para Wladimir que se reelegeu prefeito. Ela diz que ainda não decidiu por qual partido pretende concorrer, o que sinaliza que estaria deixando o União Brasil e migraria para outra legenda. Nesta entrevista, Madeleine Dykeman aborda sobre suas pretensões políticas.
A senhora confirma sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados nas eleições de outubro?
Sim, confirmo minha pré-candidatura à Câmara dos Deputados. Tenho sido incentivada por muitas pessoas que acompanham minha trajetória na segurança pública e na vida pública, e entendo que este é um passo natural dentro do propósito que venho construindo.
Por qual partido a senhora pretende lançar sua candidatura?
Neste momento, estou dialogando e avaliando o cenário político com responsabilidade. A definição será feita no tempo adequado, sempre com foco em coerência com as bandeiras que defendo.
A senhora acredita na confirmação do seu nome na lista de candidatos durante as convenções partidárias?
Acredito na força da minha história e no diálogo que está sendo construído. Tenho trabalhado com serenidade e responsabilidade para que todas as etapas sejam cumpridas de forma transparente.
Por que decidiu se candidatar?
Após 18 anos como delegada de polícia, atuando no combate ao narcotráfico, aos homicídios e na proteção às mulheres vítimas de violência, percebi que muitos dos desafios que enfrentamos na ponta dependem de decisões tomadas em Brasília. Quero contribuir na construção de leis mais eficazes, na destinação correta de recursos e no fortalecimento da segurança pública e da proteção às famílias.
Qual expectativa a senhora tem em relação ao pleito de outubro?
Acredito que será uma eleição de reflexão. A população está mais atenta e deseja representantes preparados, firmes e comprometidos com resultados concretos. Minha expectativa é apresentar propostas consistentes e dialogar com a sociedade de forma clara e objetiva.
A senhora considera que o número de votos que alcançou na última eleição que disputou poderá se repetir ou ampliar?
Na última eleição municipal, fui a segunda candidata mais votada, com 67.354 votos. Esse resultado demonstra confiança e reconhecimento. O trabalho continua e acredito que, com coerência e proximidade com a população, é possível consolidar e ampliar esse apoio.
O que gostaria de destacar neste momento em relação ao cenário político e eleitoral?
Gostaria de reforçar que minha decisão não é movida por vaidade, mas por responsabilidade. Sempre atuei na linha de frente, enfrentando problemas reais. Quero levar essa mesma postura para o Parlamento: firmeza, coragem e compromisso com a verdade.
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